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Não posso olhar para este chão sem que veja as suas feições recortadas nas lajes! Em todas as nuvens, em todas as árvores… enchendo o ar, à noite, e refletida em todos os objetos durante o dia, eu vejo a imagem dele! Os rostos mais comuns de homens e mulheres, os meus próprios traços traem-me com uma semelhança. O mundo inteiro é um terrível álbum de recordações a provar que ele existiu e que eu o perdi!
— O Morro dos Ventos Uivantes.
31/05/2012 @ 17:02 com 59 notes
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Voltei pra cama e abracei o travesseiro. E continuei pensando em como tudo era bom. Em como tudo era pra ser bom. Aí veio uma lágrima. E outra, outra, outra. Inevitável.
— Clarissa Corrêa.
31/05/2012 @ 17:01 com 4,614 notes
O amor vai até onde tem que ir: Aos psicólogos de botequim
Homens e seus manuais. Suas regras de como se comportar, dicas de padronização. Por isso sou híbrido, um misto de um tudo com nada. Não admito ser reeducado por palavras de quem não sabe o que se passa no fundo de mim. É como ensinar um cão a comer de garfo e faca. Minha revolta é tamanha que a vontade maior é de morder todos estes psicólogos não-sentimentais que te enchem de dúvidas que talvez você nem tenha, mas desenvolve pela insistência destes. Eles são o câncer da sociedade moderna, todos inteligentes, bem resolvidos sexualmente e dominados por auto-controle. Quero dialogar com loucos, vagabundos do darma conscientes do potencial humano que possuem, não com estes limitadores de existência.
31/05/2012 @ 16:08 com 66 notes
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Hoje de manhã eu acordei e fiquei olhando para tudo catatônica, um misto de susto com deslumbramento. Me dei conta de que essa é a pior e a melhor fase da minha vida. Eu nunca andei tão triste e nem tão feliz. Foi difícil enterrar tantos mortos e tantas rotinas, mas está sendo muito fácil viver dentro de mim.
— Tati Bernardi.
31/05/2012 @ 15:55 com 3,345 notes
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Posso viver sem a grande maioria das pessoas. Elas não me completam, me esvaziam.
— Bukowski.
31/05/2012 @ 15:25 com 165 notes
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Eu tinha apenas 16, e já achava que sabia demais. Tudo que eu tinha era um quarto, e o dinheiro dos meus pais, e alguns amigos que, cabiam numa mão.
— Fresno.
31/05/2012 @ 15:24 com 12,912 notes
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Meu quarto. A melhor coisa que havia ali era a cama. Gostava de ficar deitado por horas, mesmo durante o dia, com as cobertas puxadas até o queixo. Era bom ficar ali, nada acontecia por ali, nenhuma pessoa, nada.
— Bukowski.
31/05/2012 @ 14:19 com 6,210 notes
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É perceber que talvez amar seja outra coisa. É sentir-se leve e livre. É saber que o coração dos outros não lhe é devido, não lhe pertence, não lhe cabe por contrato. A cada dia você deve merecê-lo. E dizê-lo. Dizer a ele. E compreeender pelas respostas que talvez seja necessário mudar. É necessário ir embora para reencontrar o caminho. Fabio me olha bravo, de pé, diante do portão. E diz que não, que estou errada, que somos felizes juntos. Agarra o meu braço e o aperta com força. Porque, quando alguém que você deseja se vai, você tenta mantê-lo com as mãos e espera assim prender também o seu coração. E não é assim. O coração tem pernas que você não vê. E Fabio vai embora dizendo que você vai me pagar, mas o amor não é uma dívida a ser liquidada, não dá créditos, não aceita descontos.
— Federico Moccia em “Desculpa se te chamo de amor”.
31/05/2012 @ 14:17 com 161 notes
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Oh meu Deus me traz de volta essa menina
Porque tudo que eu tenho é o seu amor
João de Barro eu te entendo agora
Por favor me ensine como guardar meu amor
— Leandro Léo - João de Barro.
31/05/2012 @ 13:21 com 2 notes